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Angolan oil exports to China increase in July by 23.3%

Angolan oil exports to China increase in July by 23.3%

29th August 2016

Angola was the largest exporter of oil to China during the month of July, surpassing Saudi Arabia and Russia, according to the oilprice.com website, quoted by Network Angola.

 

In this period, Angola sold to China close to 4.72 million tons of oil, an increase of 23.3% compared to the annual average, surpassing the sales by Saudi Arabia and Russia.

Angolan exports to China reached about 1.11 million barrels per day due to the low price compared to Russia and the Middle East.

According to the oilprice.com site, the rise of Angolan exports is the result of an increase in demand from small chinese independent refineries representing close to 20% of the market of the Asian giant.

In relation to the first months of the year, sales in Saudi Arabia surpassed the competition with an average of 1.95 million barrels per day (14% of chinese market quota), followed by Russia with 1.02 million, representing 13, 6%.

Angola and Russia, in this way put big pressure on Saudi Arabia on the sale of crude oil to China. Saudi oil represented 15.1% of chinese imports in 2015.

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Exportações angolanas de petróleo para China subiram 23,3% em Julho

 

Angola foi a maior exportadora de petróleo para a China, durante o mês de Julho, superando a Arábia Saudita e a Rússia, de acordo com o oilprice.com citado pelo Rede Angola.

   

Neste período, Angola vendeu a China cerca de 4,72 milhões de toneladas de petróleo, uma subida de 23,3% em relação à média anual, ultrapassando as vendas realizadas pela Arábia Saudita e pela Rússia.

As exportações angolanas para a China atingiram cerca de 1,11 milhões de barris por dia, devido ao preço baixo, comparativamente ao russo e o do Médio Oriente.

De acordo com o site oilprice.com, a subida das exportações angolanas é o resultado do aumento na procura das pequenas refinarias independentes chineses que representam cerca de 20% do mercado do gigante asiático.

Relativamente aos primeiros meses do ano, as vendas da Arábia Saudita superaram a concorrência, com uma média de 1,95 milhões de barris por dia (14% da quota de mercado chinês), seguido da Rússia com 1,02 milhões, representando 13,6%.

Angola e a Rússia colocam assim uma grande pressão Arábia Saudita na venda de crude à China. O petróleo saudita representou 15,1% das importações chinesas em 2015.