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Liquid natural gas plant LNG returns to production

Liquid natural gas plant LNG returns to production

8th June 2016

The liquid natural gas (LNG) and liquid petroleum gas (LPG) plant at Soyo, Zaire province has returned to production two years after having suspended production due to a technical fault.

 

According to a press release, to which Angola Today has had access, the installation has been totally repaired and rehabilitated by the contractor Bechtel and is now ready to return to production.

The first load of gas has been shipped this Tuesday, June 7th, 2016 destined for europe in the scope of the international tender offer of this product, according to a press release fro Angola LNG to which Angola Today has had access.

The document signed by Artur Pereira, President of the Executive Board of Angola LNG Marketing, refers that the reentry of the company to the international liquified gas market comes at a time when commodities register lows in their prices due to the current international economic and financial crisis.

“The market has changed immensely whilst our company has been offline, but we are pleased to be able to supply LNG from Angola, reassuming our position as a safe and reliable supplier within the international LNG market”, stated the spokesman in the press release.

The production plant based in the city of Soyo in the Zaire Province has been designed to cater for the annual exploration, processing and commercialisation of 5,2 million tonnes of liquified natural gas (LNG), natural gas and liquified propane, butane and condensed gas for the domestic market.

The note released by Angola LNG further refers to the intention of reducing the greenhouse effect from gas emissions originating "from the burning of gas from the oil exploration process ensuring the supply of a clean and safe energy source to clients, with economic benefits to the nation, local communities and shareholders”.

Angola LNG  is composed from shareholders such as state owned Sonangol (22,8%), the american company Chevron (36,4%), from Britain BP (13,6%), ENI (13,6%) from Italy and Total (13,6%) from France.

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Fábrica de gás liquefeito do Soyo retoma produção

 

A fábrica de gás natural liquefeito (LNG) e gás de petróleo liquefeito (GPL) do Soyo, província do Zaire, retomou a sua produção, dois anos depois da paralisação devido a uma avaria técnica.

 

De acordo com uma nota de imprensa, que o Angola-Today teve acesso, as instalações foram totalmente reparadas e re equipadas pela empreiteira Bechtel, estando agora em condições de reiniciar a produção.

O primeiro carregamento de gás foi concluído, esta terça-feira, 7 de Junho de 2016, com destino a Europa, no âmbito do concurso de venda internacional do produto, de acordo com uma nota de imprensa da Angola LNG, que o Angola Today teve acesso.

O documento assinado pelo Presidente do Conselho Executivo da Angola LNG Marketing, Artur Pereira, revela que a empresa regressa ao mercado mundial de gás liquefeito, numa altura em que as commodities registam preços baixos, devido a crise financeira internacional.

“O mercado mudou muito enquanto a nossa unidade esteve paralisada, mas estamos satisfeitos porque estamos a conseguir entregar LNG de Angola em todo o mundo e a assumir o nosso lugar enquanto fornecedor fiável e seguro no mercado mundial de LNG” – escreve o gestor na nota de imprensa.

A unidade fabril situada na cidade do Soyo, província do Zaire, foi projectada para a recolha, processamento e comercialização anual de 5,2 milhões de toneladas de gás natural liquefeito (LNG) e gás natural e líquido (propano, butano e condensado) para o mercado nacional.

A nota da Angola LNG explica ainda que a empresa pretende reduzir as emissões de gases de feito estufa, contribuir na redução da “queima de gás proveniente da exploração petrolífera, fornecer energia limpa e fiável aos clientes e potenciar benefícios económicos ao país, às comunidades locais e aos seus accionistas”.

A Angola LNG tem como accionistas a estatal angolana Sonangol (22,8%), a petrolífera americana Chevron (36,4%), a britânica BP (13,6%), a italiana ENI (13,6%), e a francesa Total (13,6%).